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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

TRANSTORNOS SEXUAIS

A SOCIEDADE CONJUGAL termina:
A) Pela morte de um dos cônjuges.
B) Pela NULIDADE OU ANULAÇÃO DO CASAMENTO.
Incapacidade de consentir, Falta de consentimento, Idade insuficiente •Falta de celebração, Erro essencial sobre a pessoa, Autoridade incompetente, Identidade física, Identidade do sexo, Honra e boa forma, IMPOTÊNCIA COEUNDI IRREMEDIÁVEL e desconhecida por um dos cônjuges, Defeito físico irremediável, Moléstias graves e transmissíveis.
C) Pela Separação Judicial:
D) Pelo Divórcio


IMPOTÊNCIA OU INCAPACIDADE

O que é ter o homem impotência?
É algo que impede a prática da conjunção carnal.

IMPOTÊNCIA GENERANDI
É a impotência masculina.

IMPOTÊNCIA CONCIPIENDI
É a impotência feminina.

O que é a conjunção carnal?
Para que exista, é preciso que o pênis tenha ereção.
É o mesmo mecanismo do clitóris (*), da mulher.
Os dois se parecem, são semelhantes.
A ejaculação tem que ser feita no fundo da vagina, para facilitar a concepção.

(*) clitóris (tonicidade no ó)
cli.tó.ris
sm sing e pl (gr kleitorís) Anat Excrescência carnuda e eréctil na parte anterior e superior da vulva. Órgão homólogo do pênis, mas muito menor. Var: clitóride.
Fonte: Michaelis

MOTIVOS:
- orgânicos
- psíquicos

ORGÂNICOS:
Exemplo:
- priapismo (a ereção continua porque o sangue continua, trombosa).


IMPOTÊNCIA
- generandi
- coeundi (gera a nulidade do casamento)
- concipiendi (da mulher)

CONJUNÇÃO CARNAL
- dispareonia

SEXO ORAL:
CUNILÍNGUA – o homem na mulher
FELAÇÃO – a mulher no homem


SÍNDROME DO NINHO VAZIO
Mulheres que se dedicam somente aos filhos e quando eles crescem, se sentem desvalorizadas.


INTERSEXUALIDADE
Pessoas que apresentam no mesmo sexo caracteres do sexo feminino E do masculino.
É um fenômeno observado nas escalas de animais inferiores.

A taenia saginata e a taenia soeliem – são os hermafroditas verdadeiros.
No homem, não existe o hermafroditismo.
O que existem são más formações.


TRANSEXUALISMO
Pessoa biologicamente normal que transforma, cirúrgica ou hormonalmente, o sexo.
O que tem o sexo psíquico diferente do anatômico.
Nada tem a ver com a homossexualidade.
O homem acredita ser mulher.
Ojeriza ao órgão sexual.
Roupagem cruzada: antes dos três anos, não excita e é espontâneo.


TRAVESTISMO
Roupagem cruzada


FETICHISMO
Um distúrbio de comportamento sexual.
Desejo sexual que surge à vista ou ao toque de determinados objetos ou certas partes do corpo que não sexuais.
Os estudantes de Direito da Faculdade de Direito São Francisco do começo do século passado desmaiavam quando as moças subindo no bonde. Porque viam seus tornozelos.
Colecionar calcinhas: se da abatida tal e qual dia, não é fetiche. Mas se manipula o objeto para sentir prazer, sim.
Quando o indivíduo substitui o contato pessoal por um objeto ou parte do corpo, aí, sim, temos o fetiche.


HOMOSSEXUALIDADE
Atração sexual por pessoas do mesmo sexo.


TRAVESTI
É uma figura muito antiga. O homem gosta de vestir a roupa do sexo oposto. Mas é macho.


PEDERASTA
Homossexual masculino


LESBIANISMO
A homossexualidade feminina


SÍNDROME DE TURNER: XO

SÍNDROME DE KLINEFELTER: XXY

POLISSOMIA DOS CROMOSSOMOS SEXUAIS
mulheres triplo, tetra e penta X e homens duplo Y (XYY)
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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
A vida existe para ser vivida, não adiada.

Quem sou eu

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

COMO NASCEU ESTE BLOG?

Cursei, de 2004 a 2008, a graduação em Direito na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (FDSBC).

Registrava tudo o que os professores diziam – absolutamente tudo, incluindo piadas, indicações de livros e comentários (bons ou maus). Por essa razão, eram as anotações bastante procuradas.

Entretanto (e sempre existe um entretanto), escrevia no verso de folhas de rascunho, soltas e numeradas no canto superior direito, sem pautas, com abreviações terríveis e garranchos horrorosos que não consigo entender até hoje como pudessem ser decifradas senão por mim.

Para me organizar, digitava os apontamentos no dia seguinte, em um português sofrível –deveria inscrever sic, sic, sic, a cada meia página, porque os erros falados eram reproduzidos, quando não observados na oportunidade em que passava a limpo as matérias -, em virtude da falta de tempo, dado que cumulei o curso com o trabalho e, nos últimos anos, também estagiei.

Em julho de 2007 iniciei minhas postagens, a princípio no blog tudodireito. A transcrição de todas as matérias, postadas em um mesmo espaço, dificultava, sobremaneira, o acompanhamento das aulas.

Assim, criei, ao sabor do vento, mais e mais blogs: Anotações – Direito Administrativo, Pesquisas – Direito Administrativo; Anotações – Direito Constitucional I e II, Pesquisas – Direito Constitucional, Gramática e Questões Vernáculas e por aí vai, segundo as matérias da grade curricular (podem ser acompanhados no meu perfil completo).

Em novembro de 2007 iniciei a postagem de poemas, crônicas e artigos jurídicos noRecanto das Letras. Seguiram-se artigos jurídicos publicados noJurisway, no Jus Navigandi e mais poesias, na Sociedade dos Poetas Advogados.

Tomei gosto pela coisa e publiquei cursos e palestras a que assistia. Todos estão publicados, também, neste espaço.

Chegaram cartas (pelo correio) e postagens, em avalanche, com perguntas e agradecimentos. Meu mundo crescia, na medida em que passava a travar amizade com alunos de outras faculdades, advogados e escritores, do Brasil, da América e de além-mar.

Graças aos apontamentos, conseguia ultrapassar com facilidade, todos os anos, as médias exigidas para não me submeter aos exames finais. Não é coisa fácil, vez que a exigência para a aprovação antecipada é a média sete.

Bem, muitos daqueles que acompanharam os blogs também se salvaram dos exames e, assim como eu, passaram de primeira no temível exame da OAB, o primeiro de 2009 (mais espinhoso do que o exame atual). Tão mal-afamada prova revelou-se fácil, pois passei – assim como muitos colegas e amigos – com nota acima da necessária (além de sete, a mesma exigida pela faculdade para que nos eximíssemos dos exames finais) tanto na primeira fase como na segunda fases.

O mérito por cada vitória, por evidente, não é meu ou dos blogs: cada um é responsável por suas conquistas e a faculdade é de primeira linha, excelente. Todavia, fico feliz por ajudar e a felicidade é maior quando percebo que amigos tão caros estão presentes, são agradecidos (Lucia Helena Aparecida Rissi (minha sempre e querida amiga, a primeira da fila), João Mariano do Prado Filho e Silas Mariano dos Santos (adoráveis amigos guardados no coração), Renata Langone Marques (companheira, parceira de crônicas), Vinicius D´Agostini Y Pablos (rapaz de ouro, educado, gentil, amigo, inteligente, generoso: um cavalheiro), Sergio Tellini (presente, hábil, prático, inteligente), José Aparecido de Almeida (prezado por toda a turma, uma figura), entre tantos amigos inesquecíveis. Muitos deles contribuíram para as postagens, inclusive com narrativas para novas crônicas, publicadas no Recanto das Letras ou aqui, em“Causos”: colegas, amigos, professores, estagiando no Poupatempo, servindo no Judiciário.

Também me impulsionaram os professores, seja quando se descobriam em alguma postagem, com comentários abonadores, seja pela curiosidade de saber como suas aulas seriam traduzidas (naturalmente os comentários jocosos não estão incluídos nas anotações de sala de aula, pois foram ou descartados ou apartados para a publicação em crônicas).

O bonde anda: esta é muito velha. A fila anda cai melhor. Estudos e cursos vão passando. Ficaram lá atrás as aulas de Contabilidade, Economia e Arquitetura. Vieram, desta feita, os cursos de pós do professor Damásio e da Gama Filho, ainda mais palestras e cursos de curta duração, que ao todo somam algumas centenas, sempre atualizados, além da participação no Fórum, do Jus Navigandi.

O material é tanto e o tempo, tão pouco. Multiplico o tempo disponível para tornar possível o que seria quase impossível. Por gosto, para ajudar novos colegas, sejam estudantes de Direito, sejam advogados ou a quem mais servir.

Esteja servido, pois: comente, critique, pergunte. Será sempre bem-vindo.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches