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quinta-feira, 22 de maio de 2008

MANCHAS DE SANGUE

O sangue é um tecido líquido, de cor vermelha, devido à hemoglobina presente nas hemácias.
Esse tecido é importante porque permite o transporte de hormônios, oxigênio e gás carbônico.
Enfim, toda a parte dinâmica ao longo do corpo.
Tem um simbolismo muito grande.
No Antigo Testamento eram sacrificados animais. Consta também o sacrifício do filho de Abrahão. O vinho está ligado ao sacrifício de Cristo e o sangue derramado.
Envolve aspectos sociológicos, religiosos. Não apenas o catolicismo. Índios de uma nação norte americana tornam-se irmãos de sangue, pelo contato de seus sangues.
Alguns povos têm o costume de exibir o lençol manchado de sangue, após a noite de núpcias. Sendo um ato de amor, e não de violência, não há sangramento.
Irmão Sol e Irmã Lua: história de São Francisco.

O sangue tem uma série de simbologias. Para nós, do ponto de vista jurídico, importa que o sangue é importante para pesquisa.
- exame de DNA
- perícia.

O que é o tecido sangue.
- tipagem sanguínea.

8% de nossa massa corporal é feita de sangue.

Não se alimente muito antes do exame de sangue. Porque a digestão utiliza sangue e dá sono.
Quando for ao motel, encolha entre o que comer.

REAÇÕES DE ORIENTAÇÃO
Se positiva, PODE SER SANGUE.
1ª Adler
2ª Amado Ferreira
3ª Kastle-Meyer
4ª Van-Deen
Cai na prova. Cai em concurso.
Se ninguém na turma errar, um ponto para todos. Mas sempre acontece de, ao menos um na classe errar.

REAÇÕES DE CERTEZA
É para sangue, mas não sei a que tipo de bicho pertence esse sangue.
São três reações:
1ª reação - espetroscópica
2ª reação - cristais de hemocromogênio
3ª reação – cristais de Teichmann

Depois:
PROVAS ESPECÍFICAS
- Reação de soroprecipitação ou Uhlenhuth. É uma reação de especificidade. Para saber de quem é o sangue.
- Prova de Coombs – é uma reação da medida geral. Dosamos as hemácias.

Fototerapia: é um método que salva crianças no mundo inteiro.

SANGUE
As manchas ou amostras contendo sangue são identificadas por meio do estudo microscópico, por ESPECTROSCOPIA (equipamentos laboratoriais com LUZES ESPECIAIS) ou por técnicas de laboratório, com uso de REAGENTES QUÍMICOS, resultando em imagens características denominadas cristais de TEICHMANN. Tais provas são denominadas de CERTEZA.
Temos também PROVAS ESPECÍFICAS, como a SOROPRECIPITAÇÃO DE UHLENHUTH e a de inibição de antiglobulina de COOMBS, pouco utilizadas hoje em dia, substituídas por inúmeras provas com o uso de diversos tipos de reagentes ou de técnicas imunológicas e imunohistoquímicas.
Na impossibilidade de realização dessas provas, é possível a identificação de sangue por meio de TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO E DE PROBABILIDADE, como as reações de ADLER, AMADO FERREIRA, KASTLE-MEYER E VAN DEEN, que utilizam diversos tipos de REAGENTES.
Por meio de técnicas especiais, é possível também a identificação de manchas e de amostras contendo urina, leite, colostro, líquido amniótico, mecônio, verniz caseoso, fezes, saliva, fibras em geral, cabelos e pêlos.
As técnicas são classificadas em três níveis de confiabilidade: ORIENTAÇÃO – as que servem para dirigir os exames, não tendo valor isoladamente; PROBABILIDADE – as que admitem exceções e só têm valor quando não podemos realizar as de CERTEZA – as de maior nível de confiabilidade.
Fonte: leandromello


PRÓXIMA AULA:
Identidade genética

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
A vida existe para ser vivida, não adiada.

Quem sou eu

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

COMO NASCEU ESTE BLOG?

Cursei, de 2004 a 2008, a graduação em Direito na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (FDSBC).

Registrava tudo o que os professores diziam – absolutamente tudo, incluindo piadas, indicações de livros e comentários (bons ou maus). Por essa razão, eram as anotações bastante procuradas.

Entretanto (e sempre existe um entretanto), escrevia no verso de folhas de rascunho, soltas e numeradas no canto superior direito, sem pautas, com abreviações terríveis e garranchos horrorosos que não consigo entender até hoje como pudessem ser decifradas senão por mim.

Para me organizar, digitava os apontamentos no dia seguinte, em um português sofrível –deveria inscrever sic, sic, sic, a cada meia página, porque os erros falados eram reproduzidos, quando não observados na oportunidade em que passava a limpo as matérias -, em virtude da falta de tempo, dado que cumulei o curso com o trabalho e, nos últimos anos, também estagiei.

Em julho de 2007 iniciei minhas postagens, a princípio no blog tudodireito. A transcrição de todas as matérias, postadas em um mesmo espaço, dificultava, sobremaneira, o acompanhamento das aulas.

Assim, criei, ao sabor do vento, mais e mais blogs: Anotações – Direito Administrativo, Pesquisas – Direito Administrativo; Anotações – Direito Constitucional I e II, Pesquisas – Direito Constitucional, Gramática e Questões Vernáculas e por aí vai, segundo as matérias da grade curricular (podem ser acompanhados no meu perfil completo).

Em novembro de 2007 iniciei a postagem de poemas, crônicas e artigos jurídicos noRecanto das Letras. Seguiram-se artigos jurídicos publicados noJurisway, no Jus Navigandi e mais poesias, na Sociedade dos Poetas Advogados.

Tomei gosto pela coisa e publiquei cursos e palestras a que assistia. Todos estão publicados, também, neste espaço.

Chegaram cartas (pelo correio) e postagens, em avalanche, com perguntas e agradecimentos. Meu mundo crescia, na medida em que passava a travar amizade com alunos de outras faculdades, advogados e escritores, do Brasil, da América e de além-mar.

Graças aos apontamentos, conseguia ultrapassar com facilidade, todos os anos, as médias exigidas para não me submeter aos exames finais. Não é coisa fácil, vez que a exigência para a aprovação antecipada é a média sete.

Bem, muitos daqueles que acompanharam os blogs também se salvaram dos exames e, assim como eu, passaram de primeira no temível exame da OAB, o primeiro de 2009 (mais espinhoso do que o exame atual). Tão mal-afamada prova revelou-se fácil, pois passei – assim como muitos colegas e amigos – com nota acima da necessária (além de sete, a mesma exigida pela faculdade para que nos eximíssemos dos exames finais) tanto na primeira fase como na segunda fases.

O mérito por cada vitória, por evidente, não é meu ou dos blogs: cada um é responsável por suas conquistas e a faculdade é de primeira linha, excelente. Todavia, fico feliz por ajudar e a felicidade é maior quando percebo que amigos tão caros estão presentes, são agradecidos (Lucia Helena Aparecida Rissi (minha sempre e querida amiga, a primeira da fila), João Mariano do Prado Filho e Silas Mariano dos Santos (adoráveis amigos guardados no coração), Renata Langone Marques (companheira, parceira de crônicas), Vinicius D´Agostini Y Pablos (rapaz de ouro, educado, gentil, amigo, inteligente, generoso: um cavalheiro), Sergio Tellini (presente, hábil, prático, inteligente), José Aparecido de Almeida (prezado por toda a turma, uma figura), entre tantos amigos inesquecíveis. Muitos deles contribuíram para as postagens, inclusive com narrativas para novas crônicas, publicadas no Recanto das Letras ou aqui, em“Causos”: colegas, amigos, professores, estagiando no Poupatempo, servindo no Judiciário.

Também me impulsionaram os professores, seja quando se descobriam em alguma postagem, com comentários abonadores, seja pela curiosidade de saber como suas aulas seriam traduzidas (naturalmente os comentários jocosos não estão incluídos nas anotações de sala de aula, pois foram ou descartados ou apartados para a publicação em crônicas).

O bonde anda: esta é muito velha. A fila anda cai melhor. Estudos e cursos vão passando. Ficaram lá atrás as aulas de Contabilidade, Economia e Arquitetura. Vieram, desta feita, os cursos de pós do professor Damásio e da Gama Filho, ainda mais palestras e cursos de curta duração, que ao todo somam algumas centenas, sempre atualizados, além da participação no Fórum, do Jus Navigandi.

O material é tanto e o tempo, tão pouco. Multiplico o tempo disponível para tornar possível o que seria quase impossível. Por gosto, para ajudar novos colegas, sejam estudantes de Direito, sejam advogados ou a quem mais servir.

Esteja servido, pois: comente, critique, pergunte. Será sempre bem-vindo.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches